Pesquisa de mercado
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A pesquisa de mercado abastece uma empresa com informações relevantes sobre suas realidades de atuação e estas informações servem para apoiar a decisão quanto às estratégias de ações voltadas para seus produtos e serviços. Ter agilidade é fundamental e para isso é importante contar com uma tecnologia de ponta que colete e processe resultados em tempo real.

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Confiança do consumidor nos EUA atinge mínima recorde

A confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu para um patamar recorde de baixa em dezembro, golpeada pelo pior mercado de emprego em 16 anos, informou o Conference Board.

O Conference Board, uma instituição de pesquisa, divulgou que o índice de confiança do consumidor caiu para 38,0 em dezembro, frente a 44,7 em novembro, leitura revisada levemente para baixo. A mediana das previsões dos economistas consultados pela Reuters era de uma leitura de 45,0. As 62 estimativas ficaram na faixa entre 40,0 e 51,1.
"O desgaste do índice de confiança do consumidor reflete a rápida e acentuada deterioração das condições econômicas que ocorreu no quarto trimestre de 2008", disse Lynn Franco, diretor do centro de pesquisa do consumidor do Conference Board.
"A perspectiva econômica, de maneira geral, permanece um pouco sombria para o primeiro semestre de 2009, e apenas uma modesta recuperação é esperada no segundo semestre." A maior parte das preocupações dos consumidores gira em torno dos cortes de emprego vistos nos últimos meses.
Os empregadores norte-americanos fecharam 533 mil postos de trabalho somente em novembro, a maior redução em 34 anos, segundo dados do Departamento de Trabalho divulgados no início deste mês. Os números do Conference Board refletiram esse fato, com o índice de "empregos difíceis de conseguir" subindo para 42,0 em dezembro -maior leitura desde dezembro de 1992 e superior aos 37,1 de novembro. Conforme o esperado, os consumidores também avaliaram a situação atual como a pior em 16 anos. Esse indicador caiu para 29,4 -menor nível desde abril de 1992-, frente a 42,3 em novembro.


Fonte: O Globo.
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Ceará faz pesquisa para conhecer perfil do turista na alta estação

Teve início no ultimo dia 26 de dezembro, a primeira etapa da nova pesquisa de mercado, encomendada pela (Setur) Secretaria do Turismo do Estado, para identificar o perfil do turista que vem ao Ceará, via Fortaleza, nesta alta estação.Essa ação será desenvolvida em três etapas de 26/12 a 04/01; de 15/01 a 25/01; de 05/02 a 15/02. Em cada etapa serão entrevistados cerca de 1.400 visitantes.

A idéia da Setur é observar as características dos turistas formais (aqueles que se hospedam em hotéis/pousadas) e informais (aqueles que se hospedam em residências de amigos e familiares, flats e apartamentos por temporada), e obter informações mais complexas sobre esses visitantes que chegarão ao Ceará, no período compreendido entre dezembro de 2008 a fevereiro de 2009.

Em cada uma das três etapas da pesquisa serão analisados também os impactos na economia, a origem dos turistas, a avaliação dos equipamentos, os atrativos naturais, infra-estrutura, equipamentos e serviços turísticos. Os pesquisadores abordarão os visitantes nos portões de saída (aeroporto, rodoviária), bem como nos principais pontos turísticos da capital, tais como a Avenida Beira-Mar, Praia do Futuro, Dragão do Mar, Centro de Turismo, Mercado Central, Monsenhor Tabosa , além do Cumbuco e Porto das Dunas.

Fonte: Olhar Direto.
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Em 2008, 122 empresas das Américas 'encolheram' mais de 80%, diz pesquisa

Estudo analisou 1.888 empresas da América Latina e dos EUA. Maior queda nominal foi registrada pela AIG, de US$ 143,6 bilhões. O ano passado viu os valores de mercado das empresas das Américas "virarem pó": segundo levantamento da consultoria Economatica feito com 1.888 empresas da América Latina e dos Estados Unidos, 122 companhias registraram uma queda de valor de mercado superior a 80% em dólares.

Em dezembro de 2007, o valor de mercado dessas 122 companhias somava US$ 978,6 bilhões. Doze meses depois, o valor havia recuado para US$ 115,6 bilhões. Entre as empresas analisadas, 29 tiveram perdas superiores a 90%. As duas maiores quedas percentuais foram verificadas nas ações da companhia do setor de publicações de páginas amarelas Idearc (-99,9%) e do banco de investimentos Lehman Brothers (-99,7%), ambas dos EUA. As duas empresas deixaram de ter seu capital negociado em bolsa. Em valores nominais, a empresa que perdeu maior valor de mercado no ano passado foi a seguradora norte-americana AIG: em 2008, a empresa "encolheu" US$ 143,6 bilhões - ou 97,1% de queda, de US$ 147,8 bilhões para US$ 4,2 bilhões.

Brasileiras
Entre as 45 empresas brasileiras com perdas superiores a 80%, a mais castigada foi a Agrenco, que perdeu 98,3% de seu valor. No final de 2007, o valor de mercado da empresa era de US$ 836,7 milhões; já no final de 2008, era de US$ 14,5 milhões. Na lista aparecem ainda Laep (-95,8%), MMX (-95,5%), Abyara (-94,7%), Inpar (-93,5%) e Ecodiesel (-93,4%).

Fonte: G1.

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Celular será o principal meio de conexão à internet em 2020

Os telefones celulares serão a principal ferramenta de conexão à internet em 2020, ao mesmo tempo em que os sistemas de reconhecimento de voz e tela sensível ao toque serão mais comuns, segundo uma pesquisa com especialistas sobre o futuro da tecnologia.
A realidade artificial e virtual também estará mais presente na vida cotidiana, de acordo com a pesquisa realizada com centenas de especialistas em tecnologia, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, do Centro de pesquisas Pew.

Os especialistas foram convidados a calcular o papel da tecnologia no ano 2020 em uma pesquisa online realizada em parceria com a Universidade Elon, na Carolina do Norte.

"O telefone celular - agora com significativo poder informático - é a conexão à internet primária, e a única possível para grande parte das pessoas em todo o mundo, fornecendo informação de maneira portátil e com boa conexão a um preço relativamente baixo", explica a pesquisa, intitulada "O futuro da internet III".

Ao todo, 77% dos 578 especialistas consultados se consideram "em maioria de acordo" com a afirmação, enquanto 22% se disseram "majoritariamente em desacordo".

Perguntados sobre se "as interfaces de voz e tato serão tecnologias comuns em 2020", 64% disseram quem sim, 21% acham que não e 15% não responderam.

Diante da afirmação de que em 2020 "muitas vidas serão marcadas pelo uso da realidade artificial e virtual", 55% dos especialistas concordaram, contra 30% que não acreditam nisso e 15% que não responderam.

A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2007 e março de 2008, levando em conta as respostas de 578 especialistas em internet, e os pontos de vista de outras 618 pessoas.

Fonte: AFP.

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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Brasil é o 2º em consumo de entretenimento

O Brasil apareceu em segundo lugar em uma pesquisa sobre o consumo de entretenimento realizada pela consultoria Nielsen. De acordo com o estudo, o Brasil ficou atrás apenas das Filipinas na média geral.

Por região, a América Latina ficou em primeiro lugar na pesquisa, seguida pela Ásia, pela América do Norte e pela Europa. Foram ouvidos 26 mil usuários de internet em 52 países do mundo no final de setembro e no início de outubro. A empresa organizou um ranking geral, além de criar uma lista para quatro categorias: música, videogames, mídia digital e aparelho mais usado.Com base em uma pesquisa anterior sobre o uso de aparelhos eletrônicos, compra de conteúdo de entretenimento nos últimos seis meses, tempo gasto em média com entretenimento durante uma semana e número de itens relativos a entretenimento baixados no último mês, as listas foram elaboradas.

Categorias
Especialmente em música, o Brasil ficou em primeiro lugar. As Filipinas apareceram em segundo e a Colômbia em terceiro - seguida por Venezuela e México. O Vietnã consta em sexto lugar na categoria, a China aparece em sétimo, a Argentina em oitavo, a Turquia em nono e o Chile em décimo lugar. A supervisora da pesquisa da Nielsen, Klaas Hommez, atribuiu os resultados à pirataria, que manteve baixo os preços de música tanto em CD quanto para downloads.No que diz respeito ao consumo de mídias digitais, o Brasil ficou em oitavo lugar no ranking liderado pela China.O ranking de consumo de mídias digitais se baseou nas respostas a perguntas relativas ao tempo gasto com música e filmes digitais.No consumo de videogames, o Brasil ficou em nono lugar, logo à frente da Venezuela. As Filipinas ficaram em primeiro lugar, com a China em segundo.

Computadores x TVs
O computador aparece como o equipamento mais utilizado pelos participantes da pesquisa, com 77% de preferência. A televisão ficou em segundo lugar, com 75% da preferência nos 52 países. A diferença aumenta a partir do terceiro lugar: o CD player conseguiu 50% da preferência e o DVD player, 48%.Celulares com internet, mas sem vídeo, ficaram com 40% das preferências, e os celulares com internet e vídeo aparecem com 30%. O dispositivo menos usado entre os pesquisados foi o DVD player de Blu-Ray, com apenas 3% da preferência.

Fonte: AdNews.
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Eles investem cada vez mais na aparência

Os homens brasileiros estão mais vaidosos. Em 2007, eles gastaram US$ 1,79 bilhão (cerca de R$ 4,5 bilhões) em cosméticos como xampus, cremes e perfumes. O valor só perde para o dinheiro que os americanos deixaram nos caixas das perfumarias, algo em torno de US$ 5 bilhões (R$ 12,5 bilhões).
Os números, do Instituto Euromonitor, órgão internacional especializado em pesquisa de marketing, revelam, ainda, que o valor do gasto dos brasileiros com itens de higiene e beleza nacionais e importados cresceu 19% em comparação com 2006. O aumento é superior aos 4% registrados nos Estados Unidos, o maior consumidor mundial no segmento.

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) mostram que a produção destes itens no País também aumentou. Em 2007, superou as 30 milhões de toneladas ante 20,7 milhões registradas em 2002. O faturamento da indústria ultrapassou R$ 1,9 bilhão, valor 93% maior que o registrado cinco anos antes.
Alberto Kurebayashi, vice-presidente técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), instituição que representa as empresas de matéria-prima e de produto acabado do setor, diz que o aumento é fruto de uma preocupação crescente dos homens brasileiros com a própria aparência.


Na avaliação do diretor da ABC, as novas gerações querem muito mais que xampus e loção pós-barba, itens tradicionais da higiene pessoal masculina. Segundo ele, os consumidores de hoje buscam produtos mais completos, como xampus que reúnam condicionador e propriedades anticaspa ou alternativas que sirvam para todo o corpo. A mudança, analisa Kurebayashi, é fruto de uma combinação de fatores. Ele cita a melhoria da condição econômica, a publicidade e a maior pressão das mulheres e namoradas como principais razões. De acordo com o representante da ABC, as preferências dos homens são por produtos multifuncionais, que reúnam diversas propriedades. "O público masculino não quer perder tempo usando vários produtos. Tem preferência por um creme que seja refrescante e sirva para corrigir rugas ao mesmo tempo", exemplifica.

Outra diferença, segundo Kurebayashi, está na embalagem. Segundo ele, homens não querem nada com potes, identificados com cosméticos femininos. Eles preferem bisnagas e, de preferência, que contenham a expressão "for men" (para homens).
Segundo ele, também aumentou a ida de homens a clínicas de estética, sobretudo em busca de tratamentos de pele, depilação peitoral e correção de gordura localizada. Ele estima que, atualmente, 40% dos clientes dos estabelecimentos de estética sejam do sexo masculino. "Vão mais à noite ou no final da tarde, quando o movimento é menor. Muitos pedem sigilo", afirma. Kurebayashi acredita que os homens também perceberam que boa aparência é importante para o sucesso profissional.

Fonte: Agência Estado.

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Mercado de celulares vai diminuir em 2009, diz pesquisa da iSuppli

Tóquio - Empresa diz que consumidores vão adiar compras de aparelhos e vendas entre 2009 e 2012 terão queda de 753 milhões de celulares.
O mercado global de celulares se contrairá no próximo ano devido ao novo comportamento dos consumidores em relação a seus aparelhos no período de economia difícil, disse a iSuppli nesta quarta-feira (03/12).
A empresa de pesquisa de mercado reviu para baixo sua previsão mundial para celulares e disse que espera que as vendas de aparelhos em 2009 seja de 1,22 bilhões de unidades, uma queda de 6% em relação à previsão de 2008, de 1,29 bilhões. A previsão de 2008 ainda é menor que a previsão original do iSuppli, de 1,31 bilhão de telefones.

Ao revisar para baixo seus números, o iSuppli se junta aos demais pesquisas, como a do Gartner e a do fabricante Nokia, que também esperam um enfraquecimento no mercado em 2009.

A partir de 2010, o mercado espera retomar seu crescimento, mas as vendas não devem ultrapassar os níveis deste ano até 2010, afirma a iSuppli.

É claro que previsões de médio prazo são difíceis de fazer, tanto nos melhores tempos quanto no atual clima econômico, que prevê a situação do mercado no ano que vem como um grande desafio. Até dois meses atrás, o iSuppli não previa nada além de crescimento estável para o mercado ao menos pelos próximos anos. Porém, veio a crise do crédito, os mercados de ações caindo e os consumidores começando a rever cuidadosamente seus planos de compras.

No total, a iSuppli espera uma venda de 5,5 bilhões de celulares entre 2009 e 2012, uma queda de 753 milhões em relação à previsão anterior para o período de quatro anos.

A desaceleração econômica não vai impedir cerca de 500 milhões de consumidores de assinarem serviços móveis em 2009, mas muito deste crescimento se espera vir de mercados emergentes, onde os salários são mais baixos e equipamentos de baixo custo e mais simples têm provavelmente vendas melhores que os smartphones mais ricos em recursos.

"Os segmentos de celulares mais baratos e smartphones serão conduzidos pelos assinantes existentes que estão atualizando seus aparelhos para aproveitar os novos recursos e serviços de dados. Com a deterioração da economia, tais consumidores estão adiando suas compras", disse a iSuppli em um comunicado.

Fonte: IDG Now.
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